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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Publicação de dois artigos científicos sobre atividades realizadas na EPOAS

Abaixo seguem-se dois resumos de dois artigos publicados neste ano, sobre atividades realizada na EPOAS, entre agosto e setembro de 2015. O primeiro artigo, publicado na Revista Holos (IFRN), foi com os alunos do 6º ano A de 2014, atualmente 8º ano A. O segundo, pela Revista Educação & Linguagem (UMESP), foi com alunos do 7º ano A, atualmente 9º ano A.

OBS: clique no nome da revista (contém link) para poder ser direcionado para os artigos.

 

A EXPERIÊNCIA DO ALUNO DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II PARA A LEITURA DO TEXTO LITERÁRIO

Walter Cavalcanti Costa, Cristina Botelho

Resumo

O texto literário é uma fonte inesgotável de experiência estética. Para desenvolver o prazer da leitura, bem como a formação do leitor competente, é preciso valorizar a forma de mediar a leitura, pois a literatura é mais que o gozo, é um direito, é um exercício de cidadania.  Este artigo tem como base as ideias dos teóricos da educação Kefalás (2012), Yunes; Oswald (2013), Larrosa (2011), Cosson (2011) e apresenta os resultados de um projeto experimental de letramento literário com o livro de literatura infantil “A batalha dos mamulengos”, do escritor Rubem Rocha Filho, em uma turma do sexto ano do ensino fundamental, de uma escola pública, do estado de Pernambuco, realizado entre agosto e setembro de 2014.

Palavras-chave

Educação; Letramento Literário; Experiência Literária; Ensino Fundamental




 

Leitura e texto literário no ensino fundamental

Walter Cavalcanti Costa, Cristina Botelho

Resumo

O texto literário é uma fonte inesgotável de experiência estética. Para desevolver o prazer da leitura, bem como a formação do leitor competente, é preciso valorizar a forma de mediar leitura, pois a literatura é mais que o gozo, é um direito, é um exercício de cidadania. Com base no trabalho dos teóricos da educação Kefalás (2012), Yunes & Oswald (2013), Larrosa (2011), este trabalho é resultado de um projeto experimental de Letramento Literário através do livro de literatura infantil “A batalha dos Mamulengos”, do escritor Rubem Rocha Filho, em uma turma do sexto ano do ensino fundamental, de uma escola pública, do estado de Pernambuco, entre agosto e setembro de 2014.

Palavras-chave

Educação, Letramento Literário, Experiência Literária, Ensino Fundamental.
 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

domingo, 20 de julho de 2014

Duas ótimas surpresas

Por enquanto que não sai a 6º edição do Jornal EPOAS, que será somente com as produções poéticas dos alunos do 6º ano da manhã e de três professores. 

Um meu, o que já publiquei aqui, Isabele Silva, em homenagem amiga e ex-professora da escola, morta em um acidente de moto no mês passado. 

Os dois outros foram ótimas surpresas. 

Um poema foi da coordenadora do turno da manhã, Sara Alves, sobre ORGULHO NEGRO. O poema "Por um manifesto da raça". Surpreendeu pela qualidade. Infelizmente, por uma questão de espaço, apenas selecionei um trecho do poema no jornal, mas aqui abaixo está na íntegra. 

O outro foi "Ego Eu", poema intimista do professor de violão Valdir Esquina, músico este que desenvolve um trabalho muito consistente com alunos da escola num projeto de "Mais Educação" da escola.

Aguardem a 6º edição do Jornal EPOAS e curta esta prévia:

POR UM MANIFESTO DA RAÇA – Sara Alves (Coordenadora)

Vejo algo mais claro nesse obscuro universo
Um tempo... a mensagem... o eco
Percebo os movimentos
Afino a mágica do pensamento
Triste memória de arquivo
O negro abatido
O índio explorado
Reportagem de um grito de dor no açoite
Uma fuga na calada da noite
Desespero e fome
Sem nome... sem teto... sem trabalho
Sem sentido... sem existência
Acorrentado à indiferença
Não sou apenas negro e nem índio
Sou mestiço na lida e no grito
Cidadão da manifestação!
Onde está a TERRA PROMETIDA???
Meu Deus!! Manifesto da raça
Os homens derramaram o nosso sangue
Destruíram os nosso sonhos
A vontade de conviver
Provamos os restos dos ilustres
Que nos libertaram sem condições de igualdade
Resistimos à marginalidade
Experimentando os espaços
De um país de poucos
Celeiro de REPRESSÃO!!
Da negritude cultural à cidadania indígena
Desafio ao consorte
Companheiros de uma mesma sorte!!
No resgate manifesto da raça
No combate
Na miséria
Cultura de uma existência inteira
Registro nacional
Cenário plástico admirado
Nas cores de um país multicultural
Na conduta de um ilustre
Repenso o preconceito racial
Defendo os direitos
Resisto e arrisco na convenção!
Acertando relações de convivência
Supero diferenças
Promovo a paz!!

Nunca mais capataz
Nunca mais capataz

SUPERANDO AS DIFERENÇAS PROMOVEREMOS A PAZ

Por um manifesto de raça!

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Ego Eu – Vadir Esquina (Professor de violão da escola)

Eu minusculo que sou, tenho um Ego do tamanho de um trem
Eu egoico que sou tenho tanta coisa que não vale um vintém
E tem mais, a minha alma não tem preço e mesmo não à vendo tenho por ela um grande apreço, porém meu corpo com prazo de validade é a unica coisa dentro da minha ilusão, que parece ser verdade pois tem a morte em sua natureza.
E nesta pobreza de ser eu dissolve-se muitas das minhas certezas.
E nesta incerteza e ainda cego vou percebendo que esse meu Eu é uma grande invenção do meu Ego!!

Publicado originalmente no blog Entressafra 89, no dia 26 de maio de 2014.

terça-feira, 15 de julho de 2014

"Meus Poemas!", Adriana Vitória Bispo da Silva

A cada ano em que passo o gênero textual poema para o 6º ano do ensino fundamental me surpreendo positivamente. Abaixo a coletânea poética de Adriana Vitória Bispo da Silva, 12 anos, uma aluna minha do 6º ano, e seus primeiros passos pelas veredas poesia enquanto autodescobrimento. É uma responsabilidade enorme  da parte do educador encontrar talento e fomentá-lo. Bispo da Silva bate asas sérias em seus primeiros passos rotos. Na versão manuscrita, há datas de criação e de edição.


"Poesia é um sentimento que acompanha o poema, como o advérbio acompanha o verbo e o adjetivo acompanha o substantivo" - Adriana Vitória.

Meus Poemas - Adriana Vitória Bispo da Silva

1- Dúvidas 

O que é poesia?
São só palavras de alegria?

O que é poema?
É somente um grande dilema?

E por que as borboletas voam?
E por que pássaros voam e cantam?
E por que formigas vivem em união?
E as abelhas matam os seus zangões?

Os adultos brigam,
E as crianças brincam.

Por que dúvidas
Se eu só gosto de músicas?


2 - Meu mundo mágico!

Que lindo que é
Acordar tomando café.

Abri a minha porta
E saí.

Mas quando saí,
Fiquei parada bem ali.

Espantada,
Talvez traumatizada.
Vi ruas de chocolate,
que felicidade!

Gostosuras e magia,
Dou gritos de alegria!
Fadas, gnomos e duendes,
Vejo a fada dos dentes!

Não quero estar sonhando,
mas imaginando!
Que lindo que é!
Ter esperança, paz e fé!
Voltei a ser criança!
Me enchi outra vez de esperança.


3 - Tormento e desespero

Amanheceu!
Mas o sol desapareceu!

Abri meus olhos
Mas nada vi.
Corri, corri,
Mas do canto
Não saí.

A luz finalmente apareceu!
Mas depois tudo escureceu.

Entrei em desespero!
Noites de pesadelo.
Me desesperei
A quem confiarei?

Noite de tormento,
Paro e penso!
Quando vou acordar?
Só me resta agora esperar!


4- A morte

A morte
Palavra forte.
Ela vem
E te deixa sem.

Luto, amigo da morte,
Aquela que te deixa sem sorte!
Morte amiga do luto.
Aquele que entristece
Até o adulto.

O que fazer?
E quando acontecer?
Fica triste?
Ou chorar até cansar?


5- Buscas em vão

Busquei por você,
Mas não te encontrei.
Procurei, mas não te achei!

Buscas em vão
Só me resta agora
A solidão.

O dia acabou,
E a noite chegou.
Procuro, sem sucesso.
Implorando, te peço.
Volte logo!
Sem você eu choro.

Buscas em vão,
Estou no mundo da solidão.


6- O paraíso

O paraíso,
Terras de sorrisos!
Casinhas de campo,
Com belos bancos.

Árvores,
Pedra e mármores.
Passarinhos levando comida
para os seus ninhos.

Pessoas alegres,
Em casa, prédios ou em casebres.
Não irei mais chorar!
E sim rir até não aguentar!
Finalmente encontrei
O meu lugar.

O paraíso
Terra de sorrisos.
Sem poluição,
E com muita paz,
Amor e união!

Publicado originalmente no blog "Entressafra 89", em 3 de junho de 2014.

domingo, 13 de julho de 2014

Os gêneros textuais HQ e mangá

Como parte das OTM - Orientações Teórico-Metodológicas - o ensino do gênero textual "Histórias em quadrinhos (HQ)" é um componente curricular obrigatório para a disciplina Língua Portuguesa, para o 7º ano do ensino fundamental. Para atender às necessidades dos próprios alunos, também inseri mangás. Após apresentar slides sobre o assunto, pedi aos alunos que, individualmente ou em dupla, fizessem uma HQ ou um mangá, juntamente com uma seleção de, no mínimo, um exemplo para cada uma das 10 classes de palavras e o enredo. Além disso, fiz algumas exigências:
1- Trabalhos em papel branco tamanho A4, para facilitar o escaneamento e para conferir melhor qualidade.
2- Trabalhos feitos à mão, tanto desenho quanto falas e tudo mais, para estimular as artes gráficas.
3- Personagens e enredos criados por eles mesmos, para estimular a criatividade e a autoria.

Abaixo, o slide que apresentei aos alunos. Em seguida, selecionei apenas os melhores quadrinhos e enredos, ainda antes de corrigir, para conservar arte. Todas são alunas do 7º ano A, da Escola Professora Olindina Alves Semente.




Os amigos 
Por Adrielly Espíndola e Mª Eduarda

Enredo
Um homem chamado de "Homem Pedra" tinha o poder de esmagar as coisas, mas ele usava o seu poder para o mal. Havia uma linda mulher que já foi amiga dele, que se chamava "Mulher Beija-Flor", que tinha o poder de voo e colocar o amor no coração das pessoas. 
A Mulher Beija-Flor mandou o Homem Pedra voltar ao passado e se lembrar de como eles se divertiam, quando eram crianças. Na alegria, na tristeza, na dificuldade e na vitória, eles estavam sempre juntos. Ele assumiu que tinha inveja dela, e ela o perdoou. Dali em diante, o Homem Pedra usou o seu poder para o bem.



Turma da Lala em: A intrusa
Por Maria Fernanda
Enredo
A história em quadrinhos conta que uma menina que era a única filha de um casal não ficou ao receber uma irmã. Ela achava que ia mudar a sua vida e ninguém iria ligar para ela. A sua irmã ajudou ajudou a entender que uma irmã mão era ruim e sim uma bênção de Deus!



A nevasca mágica
Por Monique Maria e Xalla Lúcia
Enredo
A história fala sobre um menino que comprou um livro de magia e decidiu fazer uma mágica para que o calor acabasse.  Quando conseguiu, todos gostaram da neve. Ele então aproveitou e desceu de uma prancha do alto de um morro, mas ele acabou caindo em um buraco e ficou preso. Então pediu ajuda a Deus, que lhe mandou um anjo. Quando ele saiu do buraco, prometeu que não ia mais interferir no que Deus ordenou. 




Zayn e Louis em: Uma amizade com a música
Por Pollyana Rebeka e Lainny Grazielly
Enredo
A história revela uma grande amizade entre dois amigos chamados Zayn e Louis. Eles se conheceram desde pequenos, eram grandes amigos, já sentiram ciúmes um dos outros, já brigaram e muito, mas sempre faziam as pazes.




Publicado originalmente no blog Entressafra 89, no dia 30/03/2014.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cinema na escola: I edição

Em abril de 2014, nós, professores da Escola Professora Olindina Alves Semente - EPOAS, exibimos o filme "A corrente do bem", de Mimi Ledger. Os alunos interessados entregaram um formulário para preenchimento sobre o filme. Neste mês, todos os alunos receberam o formulário de volta e um gabarito com um texto para reflexão.

Por último, temos a lista dos alunos que entregaram. Quem entregou terá direito a um ponto em todas as disciplinas na primeira nota da segunda unidade.

Formulário


Gabarito


Alunos que entregaram o formulário


Publicado originalmente no blog: entressafra89.blogspot.com
http://entressafra89.blogspot.com.br/2014/05/cinema-na-escola-i-edicao.html

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ENSINANDO A ENSINAR: ERNEST KROSTERMAN E OS DEGRAUS PROCESSUAIS


Por: Ed Cavalcante - Todo mundo sabe que investir em educação é a saída para melhorar a qualidade de vida de um povo. A Coreia do Sul, em menos de cinquenta anos, tornou-se um país de primeiríssimo mundo seguindo, à risca, essa premissa. O renomado teórico "Ernest Krosterman", doutor em educação, autor de mais de trinta livros sobre desenvolvimento cognitivo, revela alguns caminhos para a otimização do ensino aprendizagem:

A escola interessante prende o aluno, estimula o aprendizado tornando-se uma extensão de sua casa. Pelo mundo afora observei diversas tentativas de se reproduzir esse modelo, quase todos, sem sucesso. As aulas, em geral, são desinteressantes e repetitivas. Os professores, na grande maioria, desconhecem a realidade do aluno e falam sobre assuntos que não interessam a ele. Essa prática distorcida distancia o professor do aluno que se sente um objeto sem importância. Para suplantar essa prática, se faz necessário que os processos cognitivos sejam tratados como “Degraus Processuais”. Esses degraus funcionam como estágios que comporão o nível de aprendizagem desejado pelo professor. 

Os degraus processuais estão diretamente ligados a experiências pessoais dos alunos. Essas experiências são pré-requisitos importantes no processo de ensino-aprendizagem. A escola interessante, portanto, transcende aos processos elementares de cognição, é um conceito baseado em experiências complexas e direcionadas para um fim: a aprendizagem”.

Na verdade, caro leitor, “Ernest Krosterman”, é um teórico fictício. Criei esse personagem, meramente, para ilustrar esse post. Entretanto, se você copiar as breves considerações acima e atribuir a qualquer um dos “grandes” teóricos da educação, tudo isso soará como verdade, a esdrúxula e inaceitável “verdade do gabinete”, aquela que desconhece a realidade da sala de aula lotada, do professor de múltiplos empregos. O teórico concebe fórmulas mirabolantes com nomes estranhos que nos são apresentadas naquelas “capacitações” entediantes e estéreis.

O professor, que nunca é ouvido, acaba sendo colocado em posição de inferioridade porque desconhece ou não pratica a teoria dos “Degraus Processuais” e tantas outras tidas como verdadeiras mas são tão fictícias como a figura e o pensamento de Ernest Krosterman. Servem apenas para vender livros.

Publicado originalmente  no blog  Jornália do Ed

sábado, 7 de junho de 2014

CONGRESSO APROVA GASTO DE 10% DO PIB EM EDUCAÇÃO

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil - O relator do Plano Nacional de Educação (PNE), deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), disse ontem (3) que a proposta vai revolucionar a educação no país nos próximos anos. A votação do plano, que destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, foi concluída nesta terça-feira e o texto agora segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

O PNE estabelece 20 metas a serem cumpridas nos próximos dez anos. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo; o aumento de vagas em creches, no ensino médio, no profissionalizante e nas universidades públicas; a universalização do atendimento escolar para crianças de 4 a 5 anos e a oferta de ensino em tempo integral para, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica. Segundo Vanhoni, em pelo menos dois pontos o PNE já deve causar mudanças profundas na educação: a inclusão de todas as crianças de 4 a 5 anos nas escolas e a valorização do magistério.
“Nós sabemos que investindo na base do processo educacional garantimos a permanência das crianças e damos mais qualidade para o sistema educacional brasileiro”, disse o deputado, que lembrou que o plano também determina o aumento da oferta de ensino integral. “Uma aspiração antiga da nossa sociedade é que as crianças possam estudar em regime de educação integral, como estudam as crianças na Europa, na América do Norte e na Ásia”, comparou.
Segundo o relator, o PNE também vai assegurar a valorização dos professores. “Não é possível o Brasil, um país continental necessitando se desenvolver, não apostar firmemente no desenvolvimento do magistério brasileiro”, disse Vanhoni. De acordo com o deputado, o PNE poderá equiparar o piso inicial dos professores com os dos arquitetos, engenheiros e médicos, “o que equivaleria hoje a cerca de R$ 3,6 mil reais de piso”, disse.
O plano prevê que até 2024, o investimento em educação crescerá gradativamente, atingindo o equivalente a 10% do PIB ao ano – quase o dobro do aplicado atualmente (5,3%). Em 2019, no quinto ano de vigência do plano, o valor já deverá ser de 7% do PIB.
“O impacto é profundo, vamos ter uma nova escola. Vamos ter uma escola com educação integral, vamos ter mais de 50% das crianças frequentando creche, vamos ter, a partir de 2016, todas as crianças de 4 a 6 anos na educação infantil, vamos ter um terço do ensino médio com escolas integrais de formação profissionalizante, vamos ter uma expansão do ensino superior na ordem de 2,8 milhões de vagas”, listou.
O texto diz ainda que parte do recursos previstos poderá ser utilizada para incentivo e isenção fiscal para escolas e faculdades privadas que concedem bolsas de estudo, assim como os subsídios concedidos em programas de financiamento estudantil e as bolsas de estudos concedidas no Brasil e no exterior. Em outras palavras, os recursos poderão ser utilizados em programas como Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Ciência sem Fronteiras. “Se queremos consolidar uma sociedade inovadora, científica, tecnologicamente preparada, precisamos investir na formação de mestres e doutores,” avaliou.
Após a sanção da presidenta Dilma Rousseff, estados e municípios terão um ano para elaborar seus respectivos planos de educação, tendo como base o texto federal. “Se a sociedade perseguir a realização do PNE, daqui a dez anos vamos ter uma nova escola e, consequentemente, uma nova sociedade”.
Fonte: Brasil 247